Separadores

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Conselhos úteis - Serviço de Psicologia e Orientação

SPO Agrupamento - Comunicado



Numa altura em que estamos em estado de pandemia e isolamento, vivemos tempos de grandes mudanças que se refletem na nossa vida pessoal, social e profissional. A comunidade educativa enfrenta agora um desafio ímpar, vendo-se na contingência de alterar drasticamente o seu funcionamento. Também os Serviços de Psicologia e Orientação têm de se adaptar a esta nova realidade.
O instrumento central da intervenção psicológica em contexto escolar é a relação de confiança, construída numa base de proximidade entre o psicólogo e o aluno. Contudo, devido às medidas de emergência implementadas a nível nacional, este contacto presencial, face a face, torna-se desaconselhável. Temos então que intervir, mas à distância, o que implica desafios acrescidos. Sabemos que, esta situação, se torna particularmente difícil para as crianças e jovens, acarretando por vezes elevados níveis de ansiedade, medo e/ou de stress acrescido. Neste momento em que temos que nos isolar, importa que sintamos a proximidade uns dos outros enquanto comunidade educativa.
Neste sentido, os Serviços de Psicologia e Orientação do agrupamento, manifestam a sua disponibilidade para apoiar a comunidade educativa, com o objetivo de minimizar o impacto negativo resultante do isolamento social. Assim, caso algum encarregado de educação ou aluno manifeste a necessidade de apoio psicológico aconselhamos a que contactem a sede do agrupamento* para que possamos operacionalizar o atendimento. Fazemos votos de que todos passem bem, e com saúde, estas próximas semanas, para que possamos regressar brevemente à nossa normalidade.
As psicólogas do agrupamento,
Amélia Areias e Vera Areal

*(nossa nota) - em alternativa preencham o formulário disponibilizado neste blogue (aqui) ou acedendo através do link situado na aplicação "Atendimento @ distância" no topo da coluna lateral esquerda deste blogue.

sexta-feira, 20 de março de 2020

Conselhos úteis - Serviço de Psicologia e Orientação


Na sequência da parceria que tem vindo a ser feita ao longo destes anos entre a Biblioteca Escolar e o Serviço de Psicologia e Orientação na Escola Básica de Apúlia, reservamos este espaço para vos deixar as sugestões da Ordem dos Psicólogos Portugueses e que são indicadas pela nossa psicóloga escolar, Vera Areal.

Ordem dos Psicólogos explica o coronavírus aos miúdos


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Relaxamento para crianças -  técnicas de respiração


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Como lidar com uma situação de isolamento (e com crianças)






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terça-feira, 17 de março de 2020

Distanciamento Social


Caros alunos

Neste momento em que as escolas portuguesas se encontram com as atividades presenciais suspensas e que devemos manter o distanciamento social para quebrar as cadeias de transmissão da doença Covid-19, a que todos somos chamados a colaborar, deixamos-vos umas pequenas instruções, de fácil execução e que poderão fazer toda a diferença:

- obedeçam aos vossos pais;

- cumpram as orientações da Direção Geral de Saúde;

- cumpram os planos de trabalho propostos pelos vossos professores;

- brinquem com os vossos irmãos;

- apanhem Sol, pelo menos 20 minutos por dia, no quintal ou varanda. Não saiam de casa;

- não disseminem noticias falsas ou das quais desconhecem a origem;

não utilizem dados móveis desnecessariamente.


Fiquem bem. Vai passar!



“Era uma vez num país muito próximo, um vírus conhecido como Coronavirus. Esse vírus, como todos os que colocam uma coroa no seu nome ou cabeça, queria conquistar o mundo inteiro, e já que não tinha pernas, a única maneira que tinha de o conseguir era saltar de pessoa em pessoa.
Vieram os homens e mulheres mais fortes (ou melhor, os que se pensava serem os mais fortes) de todo o mundo, mas nenhum foi capaz de vencer o vírus pois este era tão pequeno que conseguia sempre escapar.
- "Mas se é tão pequeno, como podemos ganhar?" - começaram todos a pensar.
- "Muito fácil!" - disse uma criança, que nesta história simboliza todas as crianças e o senso comum, característica humana que muitas vezes perdemos à medida que crescemos.
- "Se ele não tem pernas", continuou a criança, "nós somos as pernas dele. Se ficarmos o máximo que pudermos em casa, ele não poderá continuar a avançar e vamos vencê-lo sem lutar, que é a forma como as lutas mas importantes da vida são ganhas", disse a criança, deixando todos maravilhados.
E foi assim que todos ficaram duas semanas em casa, os adultos reaprendendo algum senso comum com as crianças. Todos tiveram tempo de voltar a ler O Pequeno Príncipe e entendê-lo.
E assim todos entenderam que as vitórias reais são conseguidas com armas invisíveis aos olhos...”
Autor: Victor Espiga
Adaptação: Ana Ramos
Ilustração: Desconhecida



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Do sonho à realidade


Integrado no Projeto de Articulação Curricular e no tema da época carnavalesca, os docentes e alunos da Escola Básica de Fonte Boa decidiram elaborar um poema, para trabalhar um pouco mais as caraterísticas do texto poético e incentivar os alunos à imaginação, criatividade, ao desenvolvimento de ideias, à valorização deste tipo de texto. Este texto foi pensado e organizado sequencialmente, em cada turma, tendo havido momentos de reflexão conjunta muito positivos.



Do sonho à realidade

Quando eu era pequenino
Sonhava ser palhacinho.
Queria viver no circo
E ter um belo leãozinho.

Um leãozinho amigo,
Curioso e inteligente.
Para fazer acrobacias
E divertir toda a gente.

Fui crescendo a sonhar,
P’rá escola fui aprender.
A ler, escrever e contar,
Para muito eu saber.

Para as Artes eu entrei,
A pensar em ser alguém.
Importante e famoso
E compreensivo também.

Passados alguns anos,
Estava eu a trabalhar.
Fui para a Itália.
P’ra uns bons quadros pintar.

Belos quadros eu pintei,
Com muita satisfação.
Queria ganhar dinheiro,
A arte está no coração.

Outros países conheci,
Em todos fiquei famoso.
Cheguei a ser desenhador,
Sempre muito curioso.

Vivi sempre muito bem
E não deixei de ajudar.
Algumas daquelas pessoas,
Que ainda não tinham lar.

Por esse mundo fora andei,
No meu futuro a pensar.
Queria mudar de vida,
Para mais feliz eu ficar.

Lembrei-me daquele sonho,
Que eu tinha em criança.
Ser um palhaço divertido,
E espalhar a esperança.

Criei o meu próprio circo,
Os meus amigos convidei.
Acrobatas, malabaristas e palhaços,
E o meu circo inaugurei.

Fui palhacinho de verdade,
E um leãozinho adotei.
Foi sempre meu companheiro,
Para sempre o amarei.

Nesta vida fui feliz,
O meu sonho alcancei.
Continuarei a ser artista,
De terra em terra brilharei.

Está a chegar o carnaval
Altura de muita folia.
Vou ao desfile de Fonte Boa,
Partilhar a minha alegria.


Poema elaborado em articulação com todas as turmas do 1º ciclo - Fonte Boa


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Dia de São Valentim 


A história do Dia dos Namorados e do seu santo padroeiro está coberta de mistério. Sabemos que fevereiro tem sido o mês do romance. Mas quem era São Valentim, e como se associou ele a esse antigo rito?

De acordo com a lenda, um Valentim preso enviou uma mensagem de amor depois de se apaixonar por uma mulher que o visitava durante o período de prisão. Antes de sua morte, escreveu uma carta assinada "Do seu Valentine", uma expressão que ainda é usada hoje . Apesar da verdade por trás das lendas ser ainda um mistério, as histórias caraterizam-no como uma figura simpática, heróica e romântica. Na Idade Média, graças a essa reputação, Valentim tornou-se um dos santos mais populares da Inglaterra e  França.


Na Grã-Bretanha, o Dia dos Namorados começou a ser popularmente celebrado no século XVII. Em meados do século 18, era comum que amigos e amantes de todas as classes sociais trocassem pequenos presentes de carinho ou notas manuscritas, e em 1900 as cartas impressas começaram a substituir as cartas manuscritas. Os cartões eram uma forma fácil para as pessoas expressarem as suas emoções. Os americanos começaram a trocar cartões feitos à mão no início dos anos 1700.
Hoje cerca de um bilião de cartões do Dia dos Namorados são enviados todos os anos, fazendo do Dia dos Namorados o segundo maior feriado de envio de cartas do ano. 











segunda-feira, 27 de janeiro de 2020


Há 75 anos os portões de Auschwitz abriram-se para a liberdade

No dia 27 de janeiro de 1945, os poucos milhares de prisioneiros que ainda sobreviviam no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau foram libertados.

Quem sobreviveu dentro do mais mortífero campo de extermínio nazi foi salvo há exatamente 75 anos, pelas tropas da União Soviética, que chegaram a Auschwitz-Birkenau e testemunharam aquilo que durante anos não acreditavam que estava a acontecer.  Nesse dia, só 7 500 prisioneiros agradeceram a chegada dos aliados. 1,1 milhões não tiveram essa sorte e morreram no campo.

Hoje, o campo de concentração é um museu e um memorial que honra as memórias das pessoas que ali morreram à mão das forças nazis.  Cerca de 2 milhões de pessoas visitam o campo anualmente e a organização que gere o Museu e o Memorial de Auschwitz-Birkenau faz questão de manter viva a memória do que ali se passou e garantir que tudo o que foi encontrado então está em perfeitas condições de conservação, e é mostrado a todos os visitantes.


“Para que a tragédia não se repita”



Visita a Biblioteca para saberes um pouco mais sobre o tema. Aqui ficam algumas sugestões de leitura: