Separadores

quinta-feira, 11 de julho de 2013


PRÉMIO  “PRAZER A LER 2013”

Em 2013 os maiores leitores da BE da EBI foram :

1º ciclo
Rodrigo Ribeiro Rosa, 2º ano

2º ciclo
Juliana Carreirinha, 5ºK

3º ciclo
Rui Patrício Azevedo Barros, 9ºG

PARABÉNS AOS CAMPEÕES!
CONTINUEM A LER!

terça-feira, 11 de junho de 2013

DEVOLUÇÃO DE LIVROS




PROJETO SOBE


No âmbito do Projeto SOBE, os alunos do 1º e do 2º ano construiram uma história utilizando as "Personagens do Reino dos Dentes" e quiseram partilhá-la convosco.

A ANA VAI AO DENTISTA 
_ Ai, Ai, Ai...
A Ana estava cheiinha de dores de dentes. O que seria? A mãe decidiu levá-la ao dentista.
A Drª Sara recebeu-a, muito simpática e com um sorriso lindíssimo e brilhante. Mal começou a examinar a boca da Ana viu logo o que estava a acontecer:
_ Ana, sua malandra, tu não lavas os dentes!
A Ana encolheu-se toda na cadeira. Que vergonha! Mas nem teve tempo de arranjar uma desculpa, pois, surpresa das surpresas: de dentro do holofote que iluminava a sua boca saltou... o Dr. Dentolas.
_ Ana, vou explicar-te: lavar os dentes com cuidado é muito importante. Tens de os lavar muito bem no mínimo duas vezes por dia: após o pequeno almoço e antes de te deitares. Mas o ideal é lavares sempre após as refeições. Vou chamar a minha assistente, Lili, para te explicar como deves fazer.
A Lili surgiu com um pasta de dente gigante e, atrás dela, uma enorme escova apareceu a andar sozinha. A Ana estava entusiasmadíssima. Mas, de repente, sem ninguém esperar, de dentro do holofote saiu ... o Monstro Bacteriano.
_ Ha, Ha... pensavam que se iam livrar assim de mim? Ana, não lhes ligues. Lavar os dentes é muito aborrecido, dá muito trabalho. Bom é comer doces e gelados e ficar com o saborzinho dessas coisinhas boas na boca.
A Ana estava a ficar confusa. Quem era aquele? Afinal o que devia fazer?
É então que o Dr. Escovadela salta, também, do holofote e se vira para o Monstro Bacteriano:
_ Grande mentiroso. Tu és um malfeitor. Enganas as crianças para poderes viver.
_ E o que me vais fazer? _ zombou o Monstro _ Não te queres ver livre de mim, pois não Ana?
A Ana estava cada vez mais atordoada. Aquela ida ao dentista estava a ser muito diferente do que imaginara. E a verdade, é que o Monstro tinha uma cara de mau...
Mas eis quando entra a Equipa de Socorro: o Roberto e o Paulo, munidos de duas escovas de dentes já com pasta. O Monstro Bacteriano quando os viu bem tentou fugir, mas a equipa de socorro foi mais rápida e atacou-o logo: esfregou-o uma e outra vez, até que conseguiu que desaparecesse por completo. A vida daquele monstro tinha acabado.
Mas havia outros na boca da Ana. Foram todos muito esfregados com pasta e escova. No final a Drª Sara ainda lhe limpou os dentes com fio dentário.
A Ana ficou livre de bactérias e com um sorriso fantástico. Percebeu quem tinha razão e que os Monstros Bacterianos só sobrevivem à custa de meninos e meninas (e também adultos) descuidados e preguiçosos. A sua boca nunca mais seria casa de monstros!
Agora a Ana é muito cuidadosa com a higiene da sua boca e ensinou aos seus amigos tudo o que aprendeu.

Trabalho realizado na Biblioteca Escolar com os alunos do 1º e 2º anos no âmbito do projeto SOBE

quinta-feira, 30 de maio de 2013

CONCURSO GEOCARTOONS

A disciplina de Geografia organizou um concurso bem original para as turmas do 9º ano: cada aluno terá de selecionar o seu cartoon preferido e entregar à professora Maria José Gaifém a sua escolha com uma justificação que o relacione com os conteúdos lecionados. Os cartoons podem ser visto na exposição montada no átrio da Escola ou aqui no blogue. A entrega terá de ser feita até ao dia 4 de junho.



terça-feira, 28 de maio de 2013

MIA COUTO GANHA PRÉMIO CAMÕES 2013




Na segunda feira, 27 de Maio, o escritor moçambicano Mia Couto foi galardoado com o  prémio literário mais importante da criação literária da língua portuguesa. É o segundo autor de Moçambique a ser distinguido, depois de José Craveirinha em 1991.
 Em declaração à Lusa, Mia Couto disse-se "surpreendido e muito feliz" por ter sido distinguido com o 25º. Prémio Camões, num dia que, revelou, não lhe estava a correr de feição. “Recebi a notícia há meia hora, num telefonema que me fizeram do Brasil. Logo hoje, que é um daqueles dias em que a gente pensa: vou jantar, vou deitar-me e quero me apagar do mundo. De repente, apareceu esta chamada telefónica e, obviamente, fiquei muito feliz”, comentou o escritor.
Nascido em 1955, na Beira, no seio de uma família de emigrantes portugueses, Mia Couto começou por estudar Medicina na Universidade de Lourenço Marques (actual Maputo). Integrou, na sua juventude, o movimento pela independência de Moçambique do colonialismo português. A seguir à independência, na sequência do 25 de Abril de 1974, interrompe os estudos e vira-se para o jornalismo, trabalhando em publicações como A Tribuna, Tempo e Notícias, e também a Agência de Informação de Moçambique (AIM), de que foi director.
Em meados da década de 1980, regressa à universidade para se formar em Biologia. Nessa altura, tinha já publicado, em 1983, o seu primeiro livro de poesia, Raiz de Orvalho.

Na nossa Biblioteca podes ler quatro obras de Mia Couto:




Se quiseres ver e ouvir a história "O gato e o escuro" é só clicares.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

NÓS ESCREVEMOS


"NÓS ESCREVEMOS" é a mais recente página do nosso blogue. Aqui serão publicados trabalhos realizados pelos alunos na sala de aula ou por livre iniciativa. Se quiseres ver os teus trabalhos no blogue fala com o teu professor de Língua Portuguesa. Clica na página. Já há trabalhos publicados (recriação de  um poema de Fernando Pessoa integrada in "Poemas para Lili").

        Levava eu um jarrinho
        P'ra ir buscar vinho
        Levava um tostão
        P'ra comprar pão:
        E levava uma fita
        Para ir bonita.
        Correu atrás
        De mim um rapaz:
        Foi o jarro p'ra o chão,
        Perdi o tostão,
        Rasgou-se-me a fita...
        Vejam que desdita!

        Se eu não levasse um jarrinho,
        Nem fosse buscar vinho,
        Nem trouxesse uma fita
        Pra ir bonita,
        Nem corresse atrás
        De mim um rapaz
        Para ver o que eu fazia,
        Nada disto acontecia.
                                                                Fernando Pessoa