Separadores

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

NOVOS LIVROS

A Biblioteca tem recebido muitos livros novos e atractivos para todas as idades.

A partir de hoje, já estão disponíveis para requisição domiciliária os livros de Richard Zimler, escritor que visitará a nossa Escola ainda este período. São livros apropriados para os alunos mais velhos, portanto, alunos do nono ano, não deixem de os ler!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

PARA NÃO ESQUECER


B I B L I O T E C A
CONCURSOS

UM POSTAL VALE MIL IDEIAS
Destinatários: alunos dos 2º e 3º ciclos
Prazo de entrega: 4 de Março ( na Bib ou ao prof. de Língua Portuguesa)

FAÇA LÁ UM POEMA
Destinatários: alunos dos 1º, 2º e 3º ciclos
Prazo de entrega: 21 de Janeiro ( na Bib ou ao prof. de Língua Portuguesa)

QUEM CONTA UM CONTO...
Destinatários: alunos do 2º ciclo
Prazo de entrega: 04 de Fevereiro ( na Bib ou ao prof. de Língua Portuguesa)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Regressámos à Escola com muita vontade de ler e aprender. A Biblioteca tem uma série de livros novos para todas as idades. Ah, e não se esqueçam que há vários concursos a decorrer. 

PARTICIPEM!

Recentemente, li uma frase da autoria de James Lowell (poeta e escritor americano do século XIX) que, por achar curiosa decidi colocá-la aqui:


OS LIVROS SÃO ABELHAS QUE LEVAM O PÓLEN DE UMA INTELIGÊNCIA A OUTRA.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Camilo Castelo Branco na Escola do Facho




No dia 16 de Novembro a Biblioteca "deslocou-se" à Escola do Facho para falar com os pequeninos da Educadora Olinda sobre Camilo Castelo Branco. Foi impressionante os conhecimentos que  mostraram ter sobre o autor e a sua obra "Amor de Perdição". Estes alunos têm uma parceria com o pré escolar de Seide, Famalicão, e preparavam-se para visitar a sua Casa Museu. Por este motivo, fomos falar com estes meninos e meninas que, de olhos sempre vivos, viram algumas imagens de Camilo e conversaram sobre a sua vida atribulada.


CAMILO CASTELO BRANCO
(texto trabalhado com uma turma  de  alunos do pré escolar da Escola do Facho)


Camilo Castelo Branco nasceu em Lisboa no dia 16 de Março de 1825 e foi um grande escritor português,
A sua vida foi sempre complicada e teve, até, algumas semelhanças com a história “Amor de Perdição”.
Casou-se com apenas 16 anos mas, como era muito instável, (separou-se e teve outras paixões que lhe trouxeram vários problemas).
Um dia apaixonou-se a sério por uma senhora chamada Ana Plácido. Só que ela casou-se com outro senhor e Camilo ficou muito triste.
Como Camilo gostava muito dela, não desistiu: fez com que Ana se apaixonasse por ele e raptou-a. Claro que o marido não gostou nada e como naquela altura não era permitido abandonar o marido, Camilo e Ana foram apanhados e colocados na prisão (na cadeia da relação do Porto).
Mas Camilo e Ana Plácido conseguiram o perdão do juiz e saíram da cadeia. Decidiram, então, ir viver para a casa de Camilo, em S. Miguel de Seide , em Famalicão. Quando o marido de Ana morreu, Camilo e ela casaram-se. Realmente Ana Plácido foi o grande amor da vida de Camilo.
Com o tempo, Camilo começou a ficar cego o que o deixou muito triste. Em 1890 suicidou-se. Tinha 65 anos.




quarta-feira, 17 de novembro de 2010

FEIRA DO LIVRO: uma pequena reportagem





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 AS FADAS

As fadas...eu creio nelas!
Umas são moças e belas,
Outras, velhas de pasmar...
Umas vivem nos rochedos,
Outras, à beira do mar...

Algumas em fonte fria
Escondem-se, enquanto é dia, 
Saem só ao escurecer...
Outras, debaixo da terra,
Nas grutas verdes da serra,
É que se vão esconder...

O luar é os seus amores!
Sentadinhas entre as flores,
Ficam horas sem fim,
Cantando suas cantigas,
Fiando suas estrigas,
Em roca de ouro e marfim.

Umas têm mando nos ares;
Outras, na terra, nos mares;
E todas trazem na mão
Aquela vara famosa,
A varinha de condão!

Mas com tudo isto, as fadas
São muito desconfiadas:
Quem as vê não há-de rir,
Querem elas que as respeitem,
E não gostam que as espreitem,
Nem se lhes há-de mentir.

E têm vinganças terríveis! 
Semeiam coisas horríveis,
Que nascem logo do chão...
Línguas de fogo,que estalam!
Sapos com asas, que falam!
Um anão preto! Um dragão!

Quantas vezes, já deitado,
Mas sem sono, inda acordado,
Me ponho a considerar,
Que condão eu pediria,
Se uma fada, um belo dia,
Me quisesse a mim fadar...

Oh, se esta noite, sonhando,
Alguma fada, engraçando
Comigo (podia ser)
Me tocasse coa varinha
E fosse minha madrinha,
Mesmo a dormir, sem a ver...

E que amanhã acordasse
E me achasse... eu sei! me achasse
Feito um príncipe, um emir!...
Até já, imaginando,
Meus olhos se estam fechando...
Deixa-me já já dormir!

Antero de Quental